terça-feira, 9 de junho de 2015

Caravana 43 - Pressão e denúncia são suas armas contra a violência

     A Caravana 43 é, em si, uma colocação em prática de um tipo de ação (caravana) que pode ser utilizada para pressionar àqueles que fingem dialogar ou que simplesmente não dialogam.


     As caravanas, como é o caso da Caravana 43, promovem ações, tais como, coletivas de imprensa, rodas de conversa e Atos públicos como passeatas e outras manifestações, que têm sustentação na solidariedade de indivíduos e de coletivos por onde passam. Estas ações exercem pressão e realizam denúncias, com bons resultados, contra opressores e repressores. Além disso, têm potencial para despertar consciências e para contribuir com Trabalho de Base por onde passam.

     Em suma, as caravanas são boas ferramentas para movimentos sociais e de trabalhadores poderem avançar em suas lutas.

     Veja, no link a seguir, material com informações sobre a Caravana 43:

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terça-feira, 3 de março de 2015

Funcionalismo público do Paraná em greve – Resistência e avanço

     Os funcionários públicos estaduais do Paraná, inclusive os professores, estão num movimento para evitar perdas de conquistas trabalhistas, conquistas que estão sob ameaça do "pacotão" de ajustes elaborado pelo governo do Estado, apresentado para ser votado na Assembleia Legislativa daquele estado.

     No primeiro momento, o governo e a casa legislativa recuaram da votação do "pacotão" e isto se deve à pressão do movimento dos grevistas, ou seja, se deve à resistência exercida pelo movimento que ocasionou um avanço dos objetivos do movimento.

Foto: Folhapress
     Que conquistas serão alcançadas - o que não faltarão serão visões pessimistas, otimistas e até de outros gêneros não construtivos - não é possível saber, mas neste momento - e não pode ser negado -, o que se sabe é que um movimento de profissionais realizou avanços.

     Este é mais um caso de movimentos populares e seus efeitos que, mesmo imerso num sistema pouco favorável a ele, consegue resistir e avançar.


É importante a leitura de:

Movimentos sociais horizontais - Resistência e avanço

Movimentos populares horizontais

Horizontalidade e verticalidade

Movimentos sociais horizontais - Não ao oportunismo barato


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Resistência e avanço
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Movimentos sociais horizontais – Resistência e avanço

     Na série de posts chamada Resistência e Avanço as publicações mostrarão os avanços realizados pelos movimentos sociais e que tais avanços são resultados das conquistas realizadas a partir da organização popular e de seus movimentos.


     Um esclarecimento sobre movimentos sociais horizontais se faz necessário e será dado: não é difícil perceber as dificuldades pelas quais passam os movimentos horizontais. Isto se dá, dentre outros motivos, por eles estarem ilhados por estruturas verticalizadas e por ainda não terem adeptos em número considerável. Porém, isso não deve ser motivo para desistir de desenvolvê-los. Afinal, tudo começa com os passos iniciais para que um longo caminho seja percorrido. A persistência, o conhecimento e a criatividade dentre outras características, são necessários para o desenvolvimento da via dos movimentos horizontais, movimentos que sofrem diversos tipos de ataques, mas que resistem e avançam. Estar ciente disto ajuda a realizar melhor a leitura dos fatos.


É importante a leitura de:

Movimentos populares horizontais

Horizontalidade e verticalidade

Movimentos sociais horizontais - Não ao oportunismo barato


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segunda-feira, 2 de março de 2015

Suplementaridade nas relações humanas

     As interações humanas nos permitem algo mais que a complementaridade. Elas nos permitem a suplementaridade, algo do tipo: um mais um é sempre mais que dois. Isto dá uma boa oportunidade para refletir a respeito de organização popular e de interações organizativas.

     Proudhon e a suplementaridade:

"Duzentos trabalhadores puseram de pé, em algumas horas, sobre a base, o obelisco de Luxor; alguém supõe que um só homem, em duzentos dias, teria chegado a consegui-lo?" (Proudhon)


     Agora, a suplementaridade nos versos:

"Vamos precisar de todo mundo,
um mais um é sempre mais que dois,
pra melhor juntar as nossas forças
é só repartir melhor o pão." (Beto Guedes, O Sal da Terra)


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domingo, 1 de março de 2015

Movimentos sociais horizontais - Não ao oportunismo barato

     O oportunismo como habilidade para aproveitar oportunidades não é algo contestável, a não ser que tal habilidade venha acompanhada de prejuízos causados a outrem, conscientemente e injustamente, pois neste caso, ele nada mais é do que oportunismo barato.

     Aqui, a discussão deste fato se deve a necessidade de abordar a ocorrência de tal oportunismo, o barato, que visa tirar proveitos dos movimentos sociais horizontais. É importante salientar que esta ocorrência é mundial e atemporal.

     Há diversos motivos, "pouco nobres", de aproximação de oportunistas baratos a movimentos sociais horizontais. Ora, se o movimento é horizontal é porque este prima pela não valorização de destaques individuais ou de apenas de alguns coletivos e, como consequência, tem objetivos a alcançar nessa linha de pensamento e de conduta. O pensamento e a prática da horizontalidade ainda são pouco difundidos em nossa sociedade, embora, há quem lute e houve quem lutou incansavelmente por eles. A horizontalidade, princípio aceito por aqueles que acreditam ser ele plausível para a construção de uma sociedade mais justa, necessita ser desenvolvida e difundida na sociedade e, para que isto ocorra, torna-se necessário por em prática ações baseadas nela. Logo, os movimentos sociais horizontais precisam ter espaço próprio para desenvolvimento e para caminhar com as próprias pernas.

     Os movimentos verticais (hierárquicos) - passíveis de críticas pelos resultados obtidos e por suas características - têm o espaço deles em nossa sociedade. A presença de tais movimentos, em dado momento, abafa o clamor popular, pois na verticalidade há os capacitados (os "escolhidos") e os demais. Nestes movimentos, uns poucos guiam (os "escolhidos") e outros são guiados. Desta forma, dão importância aos destaques e desconsideram o valor da complementaridade nas relações humanas. É neste momento que os clamores populares são desconsiderados, embora, tais clamores sejam "considerados" nos momentos de recrutamento para compor o movimento. Podemos dizer que é o caso do botão ON/OFF de consideração de clamor popular.

     Pelo que foi citado anteriormente, não vejo como algo positivo para o desenvolvimento da horizontalidade a associação com estruturas verticalizadas. Até porque, estas últimas têm o seu espaço e há muito tempo têm as oportunidades para mostrar a que vieram.

     Para finalizar, serão citados três casos gerais, não louváveis, de aproximação oportunista aos movimentos sociais horizontais:

- Aproximação de partidos políticos para ganhar dividendos políticos (o começo da relação é belo, o fim é triste após os interesses partidários serem alcançados);

- Aproximação de pessoas com fins pessoais eleitoreiros (partidários, sindicalistas, ...);

- Aproximação de pessoas que buscam destaques pessoais, mesmo nos movimentos horizontais (é o ego).

     Numa sociedade em que cada um age para o bem comum, no fim das contas, todos agem por todos e todos agem por cada um da sociedade.


É importante a leitura de:

Movimentos populares horizontais

Horizontalidade e verticalidade


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terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Comunicação Viva - Parte 02

     Dando continuidade ao que resolvemos chamar de Comunicação Viva, serão mostradas outras práticas que já possibilitaram uma boa interação e consequente boa comunicação.


Performance realizada, à frente do TJ-RJ, em apoio aos 23 presos políticos do Rio de Janeiro



Performance realizada por Sté Bulgari e Raquel Potí Guarani Kaiowá em colaboração ao movimento Ocupa Golfe

     Nesta performance estão representados o sofrimento e a morte dos animais e seus filhotes, assim como a destruição da flora. Esta performance foi gravada em vídeo. Para assisti-la, clique aqui.


Fotos das intervenções do Coletivo Projetação, nas quais o coletivo projeta imagens sobre diversas superfícies (prédios, muros, ...)


     É óbvio que existem outras vias para a comunicação, mas os meios lúdicos têm os seus espaços para este objetivo.

     Sabemos que é de máxima importância que a população participe dos movimentos sociais. Sendo assim, se torna necessário que a comunicação seja cada vez mais eficiente, fato esse que fará a população compreender que através da participação direta de cada um de nós é que serão realizadas as transformações que precisamos. Portanto, fica a sugestão para que possamos dar a atenção devida às nossas práticas de comunicação.


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Comunicação Viva
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Comunicação Viva - Parte 01

     Uma forma de comunicar é tanto mais viva, quanto mais ela promove interações. Aonde "chegaremos" com as interações é outro fator importante da comunicação, pois se trata de alcançar objetivos.

     A práxis libertária facilita a flexibilização de ideias para criação de meios eficientes de comunicação, ou seja, de comunicação viva. Uma característica comum aos meios criados desta forma é a ludicidade, ou seja, a característica de ser agradável, o que faz com que a interação seja facilitada. Há exemplos deste tipo de comunicação que mostraram bons resultados nos movimentos sociais.

     Uma prática que possibilitou uma boa interação e consequente boa comunicação, foi uma das performances realizada pelos profissionais de Educação do Rio de Janeiro quando estes estavam em greve. O impacto visual foi um fator importante para que as mensagens pudessem ser percebidas pela população.








     É óbvio que existem outras vias para a comunicação, mas os meios lúdicos têm os seus espaços para este objetivo.

     Sabemos que é de máxima importância que a população participe dos movimentos sociais. Sendo assim, se torna necessário que a comunicação seja cada vez mais eficiente, fato esse que fará a população compreender que através da participação direta de cada um de nós é que serão realizadas as transformações que precisamos. Portanto, fica a sugestão para que possamos dar a atenção devida às nossas práticas de comunicação.


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